Cintos de Segurança – Cuidados e Quando Trocar





Saiba aqui quando os cintos de segurança devem ser trocados.

Cintos de Segurança: Quando os mesmos devem ser substituídos?

Antes de começar o tema central da pauta, um pouco de história é necessária. Segundo algumas boas fontes de consulta, desde que entramos no século dos automóveis, o conto de segurança foi tardiamente introduzido nos veículos.




Segundo as fontes consultadas, o primeiro cinto de segurança foi patenteado no ano de 1903, mas os cintos de segurança só foram tornados obrigatórios a partir do ano de 1968.

Como todo tipo de máquina, todos os automóveis também precisam substituir peças, tais como o cinto de segurança. Muitos dos componentes de um veículo são produzidos de modo a terem um prazo de validade específico, ao passo que outros itens, tais como os cintos de segurança, necessitam de substituição em ocasiões muito específicas. Entretanto, esse dispositivo de segurança é fundamental. Estatísticas em escala internacional apontam que mais de três mil vidas poderiam ser salvas, por ano, só com a utilização do cinto de segurança.


Portanto, este é um item muito importante e que merece ser discutido em um capítulo à parte.

Direto ao ponto:

Os cintos de segurança, em realidade, precisam ser substituídos? A resposta mais eficiente é: depende das situações ou circunstâncias. Por exemplo: após sofrer uma colisão, sobretudo em um impacto frontal do carro, os cintos exerceram sua função, tanto para o motorista quanto para os passageiros. Assim, esses dispositivos de segurança, que contém o corpo dos passageiros num acidente, passaram por grande tensão em sua estrutura, o que quer dizer que, apesar da sua grande resistência, eles também desgastam e afrouxam.

A dica, portanto, é a de que após uma batida qualquer, na qual o automóvel estava inteiramente ocupado e todos estavam utilizando o cinto, efetuar a substituição dos mesmos, no sentido de garantir que, em caso de novo acidente, os mesmos não corram o risco de se romperem e, por conseguinte, o prejuízo para as pessoas seja de maior gravidade.

Embora, em realidade, o material de que são feitos seja de grande resistência e até na aparência demonstrem essa força, os cintos de segurança, mesmo que nunca utilizados, começam a envelhecer, desgastar e desfiar. Esse é o processo natural por que passa toda a estrutura material e que no caso dos cintos de segurança, pode ser fatal.

Em primeiro lugar, o cuidado deve ser dispensado para a segurança das pessoas, por conseguinte, a manutenção dos carros deve ser frequente, sobretudo nos acessórios de segurança.

É claro que todo serviço tem um custo, sobretudo quando se trata de itens vitais. Todas as pessoas que utilizam automóvel, e isso constitui bem mais de 50% da população, precisam investir nesse quesito. É claro que vamos esbarrar em dificuldades e situações burocráticas. A lei exige uma série de cuidados nos veículos, desde os cintos até os espelhos retrovisores, pois são medidas que obrigam todo motorista a manter seu carro em conformidade com o padrão legal.

No caso de cintos de segurança que já foram utilizados, ou seja, que estavam protegendo pessoas em um acidente, muitas das companhias de seguro são mais refratárias ao permitir a sua substituição, dado que uma perícia nessa escala não aponta limitações e desgaste aparente. Em caso de uma seguradora se recusar a substituir os cintos, a recomendação é a de que o próprio proprietário do veículo pague um serviço de substituição.

Outra dica, nesse último caso, é a de substituir a seguradora, também. Se uma agência que é paga para garantir a segurança se recusa a manter a própria segurança, não vale a pena.

Paulo Henrique dos Santos

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