Tabela FIPE Chevrolet Marajó



Confira aqui os preços do Chevrolet Marajó na Tabela FIPE.

Com toda certeza em 1980 a Marajó era o sonho de consumo de muita gente. Disponível a um preço acessível, o modelo oferecia muito espaço e conforto a seus passageiros. Foi produzida no Brasil por nove anos, contando em seu histórico com um número de vendas sempre moderadas. Atualmente é um modelo muito querido para colecionadores e assim marca a história dos automóveis clássicos no Brasil.



Conhecida como a perua do Chevette, a versão perua começou a ser produzida a partir de 1980, pela montadora Chevrolet. As versões disponibilizadas para o Brasil foram quatro: SL (Super Luxo), a L (Luxo), SE (Special Edition) e SLE (Super Luxo Especial). Quando chegou, seu design diferente despertou um estranhamento, mas era muito elogiada pelo amplo espaço interno. O modelo apresentava dois volumes, fazendo uma divisão entre a parte traseira e seu capô. Já no que caracteriza seu estilo, o veículo possuía linhas bem equilibradas, cujos vidros laterais eram bipartidos. Por sua vez, na traseira havia uma definição simples em termos de desenho, além de um grande vidro que chamava muito a atenção. Outro detalhe na traseira era o fato de existirem lanternas verticais, compostas de luz de freio, luz de marcha à ré e pisca. Essas lanternas eram uma exclusividade do modelo Marajó.

Seus motores eram 1.4 e 1.6, movidos a gasolina ou álcool, por sua vez, a transmissão era manual de cinco marchas ou automática de três velocidades, que apresentou alguns problemas, fato que prejudicou um pouco as vendas.



O modelo possuía uma característica muito funcional, pois a perua era muito utilizada para o trabalho, carregamento de bagagens, peso e materiais que na maioria das vezes são transportados em carros próprios para esse fim. Por esse motivo, a geração Marajó ficou muito deteriorada e acabava perdendo as características de fábrica.

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Daí o interesse hoje de colecionadores em modelos que estejam em bom estado, fiéis às características de quando foram lançadas. Passados 25 anos do fim de sua produção, podem-se encontrar clubes de automóveis, onde donos do modelo exibem e até vendem, a preços altos, o Marajó Chevette, que é visto hoje como um clássico e raro automóvel.

Sirlene Montes

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