Tabela FIPE Chevrolet Brasinca



Confira os valores do Chevrolet Brasinca na Tabela FIPE.

Brasinca 4200-GT, o verdadeiro “Puro Sangue” com linhas esportivas, motor 6 cilindros de 4.200 cc e velocidade de 200 Km/h, incomum nos anos 60.

O Brasinca 4200-GT foi criado no Brasil na década de 60 e depois tornou-se ‘Uirapuru’, com motor potente de seis cilindros o Chevrolet não era igual aos esportivos da época que tinham carrocerias em fibras de aço, a dele era de aço feito à mão e testado.



O modelo fez sua triunfal entrada no salão do automóvel em 1964 e de imediato tornou-se o queridinho da festa. Público e mídia, ansiosos por novidades logo se encantaram com o verdadeiro esportivo.

O criador

Radicado no Brasil, Rigoberto Soler Gisbert era espanhol e entrou no ramo do automóvel através da Vermag, que fabricava os conhecidos DKW. Passou pela Willys-Overland do Brasil, onde esteve envolvido no projeto de um carro esportivo, mas esse projeto não foi adiante e Soler mudou-se para a Brasinca S.A, lá ele criou um cupê de grande cilindrada e ótimo desempenho, coisa incomum no Brasil. O projeto foi batizado de Uirapuru (nome de um pássaro muito lindo do Brasil), surgindo assim o Brasinca 4200 GT.



O Carro

A Brasinca tentou criar um modelo que mostrasse a capacidade técnica da empresa, a produção começou em 1965 em pequena escala e sob encomenda, só poucos tinham o privilégio de possuir o novo utilitário com preço altíssimo.

Diferente dos outros, o ‘Uirapuru’ foi construído com uma carroceria de aço, contrário dos outros que eram em fibra de vidro. O motor era de seis cilindros, freios e suspensão, além de outros componentes da linha GMB.

Uma de suas maiores belezas encontrava-se na elegância da carroceria moderna. O grande motor ficava guardado no capô, com sua linhas iguais.

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Os faróis dianteiros redondos davam um toque diferente e um pouco destoantes ao modelo de frente baixa com aparência agressiva.

As portas deram um novo toque ao modelo, elas passavam alguns centímetros do teto dando maior facilidade à quem entrava evitando bater a cabeça na porta. As rodas dianteiras tinham saída de ar, mas o grande destaque era a traseira com uma parte de vidro em formato de fastback.

O motor era bem potente para sua época, fazia 200 Km fácil. Seu interior era largo e confortável, com bancos reclináveis e atrás tinha um espaço pequeno para as bagagens.

Ele era o carro mais caro da década de 60, chegando a custar 16 milhões de cruzeiros (1964), mas foi também o xodó de muitos brasileiros.

Ruth Galvão de Andrade

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