Tabela FIPE Fiat Tempra





Preços da Tabela Fipe para Fiat Tempra

Legenda:
G = Gasolina ou Flex
E = Etanol
D = Diesel

1999

  • 2.0 mpi 16V (G): R$ 7.618,00
  • 8V/ City 8V (G): R$ 6.756,00
  • HLX 2.0 16V 4p (G): R$ 10.116,00
  • SX 2.0 i.e. 8V 4p (G): R$ 8.237,00

1998

  • HLX 2.0 16V 4p (G): R$ 8.343,00
  • Stile 2.0 i.e. Turbo 4p (G): R$ 9.265,00
  • SX 2.0 16V 4p (G): R$ 7.988,00
  • SX 2.0 i.e. 8V 4p (G): R$ 7.645,00

1997

  • HLX 2.0 16V 4p (G): R$ 7.832,00
  • Stile 2.0 i.e. Turbo 4p (G): R$ 8.962,00
  • SW SLX 2.0 i.e. (G): R$ 7.330,00
  • SX 2.0 16V 4p (G): R$ 7.535,00
  • SX 2.0 i.e. 8V 4p (G): R$ 6.943,00
  • Turbo 2.0 i.e. 2p (G): R$ 8.389,00

1996

  • 2.0 i.e 16V 2p e 4p (G): R$ 6.905,00
  • 2.0 i.e 16V 2p e 4p (E): R$ 6.807,00
  • 2.0 i.e. 8V 2p e 4p (G): R$ 6.612,00
  • 2.0 i.e. 8V 2p e 4p (E): R$ 6.560,00
  • HLX 2.0 16V 4p (G): R$ 6.824,00
  • Ouro 16V 2p e 4p (G): R$ 7.288,00
  • Stile 2.0 i.e. Turbo 4p (G): R$ 8.240,00
  • SW SLX 2.0 i.e. (G): R$ 6.667,00
  • SX 2.0 16V 4p (G): R$ 6.432,00
  • SX 2.0 i.e. 8V 4p (G): R$ 5.831,00
  • Turbo 2.0 i.e. 2p (G): R$ 7.182,00

1995

  • 2.0 i.e 16V 2p e 4p (G): R$ 6.635,00
  • 2.0 i.e 16V 2p e 4p (E): R$ 5.553,00
  • 2.0 i.e. 8V 2p e 4p (G): R$ 6.250,00
  • 2.0 i.e. 8V 2p e 4p (E): R$ 5.457,00
  • Ouro 16V 2p e 4p (G): R$ 6.994,00
  • Ouro 16V 2p e 4p (E): R$ 6.074,00
  • Stile 2.0 i.e. Turbo 4p (G): R$ 7.320,00
  • SW SLX 2.0 i.e. (G): R$ 6.463,00
  • Turbo 2.0 i.e. 2p (G): R$ 6.870,00

1994

  • 2.0 i.e 16V 2p e 4p (G): R$ 6.341,00
  • 2.0 i.e. 8V 2p e 4p (G): R$ 6.020,00
  • Ouro 16V 2p e 4p (G): R$ 6.155,00
  • Ouro/Prata 2.0 2p e 4p (G): R$ 5.290,00
  • Turbo 2.0 i.e. 2p (G): R$ 6.607,00

1993

  • Ouro 16V 2p e 4p (G): R$ 5.019,00
  • Ouro/Prata 2.0 2p e 4p (G): R$ 4.593,00

1992

  • Ouro/Prata 2.0 2p e 4p (G): R$ 3.812,00

Confira os valores do Fiat Tempra na Tabela FIPE.

Em 1990, a Fiat lançou na Itália a versão sedã do Stilo. O Tempra trazia inovações ousadas, como capô que saltava sobre o para-brisa e portas que avançavam sobre a carroceria. Dois anos mais tarde, o modelo chegava ao Brasil, trazendo consigo uma revolução nos sedãs médios e deixando seus concorrentes atrasados.

No ano de 1992, o Fiat Tempra chegou ao Brasil, com um modelo de quatro portas, motor 2.0 de 8V e um visual arrojado. O novo carro trazia uma série de inovações, como ajuste de altura nos bancos e no volante, além de travamento central. Apesar de sua traseira ser curta, o fato de ela ser alta também fazia com que o porta-malas fosse bastante volumoso. O Tempra tinha velocidade máxima de 166 km/h e aceleração de 0 km/h a 100 km/h em aproximadamente 13 segundos. As soluções de trem de força e de suspensão vinham da Alfa Romeo.




No ano seguinte, viria uma das maiores melhorias no carro. O lançamento de um modelo 16V com injeção eletrônica num motor 2.0, que fazia do Tempra o primeiro carro da época a ter tal configuração. O tempo de aceleração 0-100 do veículo caiu para 10,5 segundos, enquanto a velocidade subiu para 202 km/h. O modelo trazia ainda ajuste elétrico no carro do motorista, bancos revestidos em couro e freios a disco nas quatro rodas, com sistema ABS. Para se ter uma ideia do quanto o carro era evoluído, o Tempra foi o Safety Car no GP Brasil de Fórmula 1 daquele ano, sendo o responsável por guiar Ayrton Senna em sua comemoração após sua vitória naquela corrida em Interlagos.

Entre 1993 e 1995, foi fabricada uma versão exclusivamente brasileira, com motor Turbo em 8V e duas portas. Em 1995, o veículo passaria por sua primeira reestilização. Suas lanternas, faróis e para-choques foram remodelados, além de uma completa repaginação no interior do bólido. Também neste ano, foi lançada a versão perua do carro, o Tempra SW, que dentre suas novidades destaca-se a presença de airbags.


Antes de ser retirado de linha, o Tempra ainda ganharia uma nova versão em 1998, com novas grades e maçanetas, borrachas de proteção no para-choque e mudanças em seu interior, como por exemplo, rádio itegrado ao painel. Em novembro daquele ano, o Fiat Tempra chegaria ao seu fim, saindo de produção após mais de 200 mil unidades vendidas.

Renato Senna Maia

Compartilhe esta notícia