Tabela FIPE Volkswagen Santana



Confira aqui o preço do Volkswagen Santana na Tabela FIPE.

O Volkswagen Santana é um daqueles carros que por um motivo ou outro acabamos nos recordando dele. Afinal, são mais de 30 anos de história, quase uma década fora de linha e algumas “edições” que reaparecem e trazem a memória o modelo.

Um dos modelos com maior longevidade da história da marca “nasce” no início da década de 1980. Na época, o mais próximo que a marca tinha conseguido chegar de um modelo de carro médio foi o Passat que já estava no mercado desde 1974. Mesmo assim, a Volks meio que saindo da zona de conforto queria deixar claro que tinha capacidade de fazer algo que fosse melhor do que o Passat e ainda assim fosse um bom carro popular. A solução curiosamente veio deste modelo, mais necessariamente, em sua segunda geração.



Nessa época uma coisa fica clara para a Volks: O Passat não ia aguentar a briga com os concorrentes. O Monza seguia forte ganhando aqueles consumidores que até poderiam adquirir o modelo.

A 2° geração do Passat era vendida na Europa desde 1979. Porém, para os brasileiros era nova. Contando com três versões, o visual apresentado era uma boa evolução comparando com a primeira geração. Essa 2° geração foi a escolhida pela Volks para iniciar por aqui o segmento inédito: Os carros médios. A marca queria brigar com o Ford Del Rey e claro, com o Monza. O nome Santana já era usado na Europa desde o lançamento do carro e foi reaproveitado por aqui.



O Santana foi apresentado no Brasil com carrocerias de duas e de quatro portas. Inicialmente foi oferecido em três opções: CS, CG e CD. Essa última trazia o diferencial de poder integrar câmbio automático, direção hidráulica e ar condicionado.

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Em 1985 a marca introduziu no mercado a perua Santana Quantum seguindo as mesmas três versões e com os mesmos itens de tecnologia, segurança e conforto. O alvo das críticas aqui foi o motor que não apresentava o desempenho esperado.

Passados dois anos, o motor recebeu alterações, contando agora com 2 cv a mais.

Em 1987 o Santana passa por sua primeira reestilização. As novas nomenclaturas VW, C, CL, GL e GLS passaram a ser adotadas.

Em 1990 o mercado nacional foi reaberto aos veículos importados. Com isso a Volks se viu na obrigação de oferecer algo novo para que o Santana continuasse no mercado. O problema era que um novo modelo sairia caro demais e a ideia foi riscada. A decisão tomada foi providenciar uma reestilização profunda no Santana. A mudança foi tanto que o Santana lançado em 1991 até foi considerado como uma nova geração.

Com o amadurecimento, o Santana passou por bons momentos oferecendo CD-Player, volante ajustável, terceira luz de freio, check control e teto solar elétrico. Em 1996 o carro ganhou uma nova grade seguindo o exemplo do Passat Alemão.

Mesmo com 12 anos no mercado, 1996 foi o segundo melhor ano para as vendas do Santana. Fator devido em especial a quantidade de equipamentos e os preços baixos. Porém, partir daí o modelo só iria amargar as decepções da queda.

Erros na hora de escolher as alterações, modificações que destoavam e um “enxugamento” do carro o fizeram continuar em queda. Entre 1999 e 2000 para se ter ideia, apenas duas versões existiam: A 1.8 e a 2.0. Em 2005 praticamente já era difícil ver por aí algum Santana 2.0.

O Santana Quantum, que vinha acompanhando o sedã já tinha dito adeus quatro anos atrás. O reinado de 22 anos do Santana estava no fim.

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A questão é que o “fim” mesmo veio para o Brasil. Sem falar de algumas versões interessantes do carro que saíram lá fora (até no Japão) a China ainda vende o modelo. Em 2012 o New Santana apareceu. Este estava previsto para o Brasil, mas a marca mudou de ideia.

Agora em 2016, a Volks disse que o Santana volta ao mercado em sua versão para 2017. O modelo sofrerá alterações significativas em comparação com a versão que é vendida na China desde 2013. É esperar para ver até onde a história vai…

Por Denisson Soares

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