Tabela FIPE Volkswagen Pointer





Preços da Tabela Fipe para VW Pointer

Legenda:
G = Gasolina ou Flex
E = Etanol
D = Diesel

1996

  • 1.8 / CLi (E): R$ 5.510,00
  • 1.8 / CLi (G): R$ 6.343,00
  • GLi 1.8 (E): R$ 7.466,00
  • GLi 1.8 (G): R$ 7.470,00
  • GLi 2.0 (E): R$ 7.868,00
  • GLi 2.0 (G): R$ 8.653,00
  • GTi 2.0 (E): R$ 9.189,00
  • GTi 2.0 (G): R$ 9.532,00

1995

  • 1.8 / CLi (G): R$ 4.477,00
  • 1.8 / CLi (E): R$ 4.636,00
  • GLi 1.8 (G): R$ 6.630,00
  • GLi 1.8 (E): R$ 5.876,00
  • GLi 2.0 (G): R$ 6.945,00
  • GLi 2.0 (E): R$ 6.028,00
  • GTi 2.0 (G): R$ 8.930,00
  • GTi 2.0 (E): R$ 8.399,00

1994

  • 1.8 / CLi (G): R$ 4.212,00
  • GLi 1.8 (G): R$ 5.761,00
  • GLi 2.0 (G): R$ 6.118,00
  • GTi 2.0 (G): R$ 6.960,00

Confira aqui o valor do Volkswagen Pointer na Tabela FIPE.

Talvez um pouco influenciada pelo notório fracasso do Apolo, a Volkswagen meio que decidiu se concentrar um pouco mais em seu projeto que estava nas mãos da Autolatina. Primeiro saiu o Logus e não muito tempo depois, no mês de outubro de 1994, o Pointer fazia sua estreia. A marca estava buscando um hatch que tivesse um apelo um pouco mais esportivo. Para isso foi buscar inspiração na versão do Passat, que foi bem aplaudida entre 1986 e 1989.

O Pointer era construído em cima da mesma plataforma que o Ford Verona. Na época ele não entrava em uma disputa direta com Ford Escort até mesmo pelo fato de contar com quatro portas. O modelo até que era atraente. Em sua traseira estavam os detalhes mais perceptíveis como as lanternas que tinham um bom desenho. Na parte da frente o Pointer seguia o mesmo caminho do Logus em suas linhas. Mas com algumas diferenças como os faróis de longo alcance embutidos e a grade mais estreita.




O carro também foi fabricado na Argentina. Por lá ele foi até bem recebido. A ideia inicial era que o Pointer saísse pouco depois do Logus. Porém, o lançamento teve que ser adiado. Isso porque a marca resolveu equipar todas as versões com injeção eletrônica.

O Pointer fez sua estreia nas versões CL e GL com 88 cv e na 2.0 com 116 cv. Pouco depois surgiria a GTi 2.0 com 116 cv.


O Pointer não era exatamente um carro leve. Afinal, estamos falando de 1.900 kg. Ainda assim, o seu desempenho como GTi não era nada mal.

As opções mais básicas do Pointer tinham praticamente os mesmos equipamentos que encontraríamos também no Logus. Porém, a versão GTi vinha com toca-fitas com equalizador, travas, vidros e retrovisores com ajuste elétrico e direção hidráulica.

Uma curiosidade é que em uma estratégia de publicidade a Volks recomendou que donos de revendedoras e funcionários da montadora circulassem com o Pointer. Chamar atenção era algo fundamental. Para quem não se lembra, na época o Brasil abriu suas portas para os importados. Muitos dos que estavam chegando por aqui estavam se dando muito bem. A Volks depositou suas apostas no Pointer para lidar com a situação.

Em 1995 o Pointer teve que encarar alguns problemas no mercado que o afetaram um pouco. Como o fato da Fiat ter conseguido desbancar o VW Gol da liderança. Já em 1996, o carro não teve muitas mudanças. As alterações limitavam-se a questões mais estéticas do que mecânicas. Nesse mesmo ano o Pointer chegaria ao fim seguindo os mesmos passos do Logus. O Golf, que vinha sendo importado do México, foi ganhando cada vez mais espaço e se consagrando como hatch médio preferido. Foram apenas 32.746 unidades vendidas. Para não amargar grandes perdas a Volks descontinuou o modelo.

Por Denisson Soares

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