Tabela FIPE Volkswagen Parati



Confira aqui o valor do Volkswagen Parati na Tabela FIPE.

Em junho de 1982 o mercado nacional recebeu a Volkswagem Parati, homenageando uma cidade do litoral sul carioca. Este carro, chamado apenas de Parati, foi lançado um ano após o seu "irmão" Voyage e o objetivo da sua criação seria entrar no lugar de dois carros que foram tirados de produção depois de 1980.

A Parati serviu como base para a picape Saveiro, que foi lançada em outubro de 1982, tendo as lanternas verticais finas e faróis retangulares. Outra característica é que os vidros laterais traseiros eram inteiros, da coluna da porta até o final da carroceria. O vidro traseiro inclinado era amplo, menor que o Gol, e no porta-malas, a tampa era mais baixa na região que fica a placa e a fechadura.



Com um rendimento de 78 (setenta e oito) cavalos, o motor 1.5 refrigerado à água do Voyage estava nas versões LS e GLS da Parati e alcançava 143 km/h, seu consumo na estrada chegava a 14,5 quilômetros por litro e 8,1 na cidade. Continuando a análise dos números, a frenagem a 80 km/h seria em 34,9 metros e a aceleração de 0 a 100 km/h seria feita em 34,9 segundos. Números fornecidos por Gustavo do Carmo.

No parte interior da Parati, se destacava o porta-malas de 530 litros, onde abaixando o encosto do banco traseiro, essa capacidade aumentaria para 1.110 litros. O painel reto, o quadro de instrumento retangular, a ventilação e os bancos eram do mesmo segmento do Gol e Voyage.



Seguindo alguns parâmetros de fábrica, novas versões vieram logo após o lançamento. Em agosto de 82, a Parati ganhou um motor 1.6 MD270 de 81 (oitenta e um) cavalos a álcool, usado no Passat TS, e um novo câmbio econômico de quatro marchas, chamado 3+E. Em 1983 uma série especial chamada Plus foi lançada no mercado com estas características de motor, mas a grade era da mesma cor do carro. Em 1984 um câmbio de 5 (cinco) marchas foi incorporado nas novas versões.

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Um novo lançamento da Parati veio em 1987 com as versões CL e GL. Na parte visual externa, o que se destacou foi a mudança na parte dianteira. Agora as lanternas estavam entre a frente e a lateral e a grade e o farol estavam menores, deixando o carro com outra cara. Um novo interior veio em 88, como tecido na lateral das portas e um quadro de instrumentos mais compacto, que era usado nas versões de exportação, para os Estados Unidos, do Voyage e da própria Parati.

Dois relançamentos ocorreram em 1989, a versão GLS veio com motor 1.8 a álcool de 96 cavalos e a versão Plus com motor 1.6. Neste mesmo ano uma versão limitada chamada "Club" nasceu e o destaque estava no farol de neblina.

Com o passar dos anos, a Parati foi ganhando design, potência e conforto. Em 1994 se iniciou a revolução deste carro, deixando os cantos arredondados e com uma aparência mais moderna.

Hoje, podemos notar várias mudanças entre o último lançamento e o primeiro, mas a característica de carro com um amplo porta-malas é seguido até hoje.

Por Fernando Dias

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