Fábrica da Jaguar Land Rover tem inauguração em Itatiaia (RJ)




Com um investimento de R$ 750 milhões, a planta deve gerar, aproximadamente, mil empregos. A previsão é que a produção da fábrica seja de 24 mil veículos anuais.

No dia 14 de junho, a Jaguar Land Rover oficializou a inauguração de sua unidade fabril na localidade de Itatiaia, no Rio de Janeiro. A fábrica recebeu investimentos calculados em R$ 750 milhões. Com 60 mil metros quadrados a nova unidade da Jaguar fica situada às margens da Via Dutra.

Sobre a geração de empregos na região a montadora britânica afirmou que a expectativa é de que sejam gerados em torno de mil empregos tanto diretos quanto indiretos.


Ainda de acordo com as informações da marca a previsão é de que a capacidade de produção da fábrica fique em torno dos 24 mil veículos por ano. Mesmo assim, em um primeiro momento apenas 70% dessa capacidade será de fato usada.

A prioridade de produção da nova fábrica da Jaguar serão os dois modelos mais vendidos da marca atualmente no Brasil: o Discovery Sport e o Range Rover Evoque. Porém, a montadora não descarta por completo a possibilidade de outras “presenças” na fábrica dado o fato de que a planta, segundo a britânica, é completamente flexível e passível de adaptação em sua produção.

A Jaguar, ao que parece, não planeja deixar os consumidores na espera por muito tempo por um veículo nacional. De acordo com a marca a previsão é de que os primeiros modelos já estejam disponíveis nas concessionárias integrantes da rede entre o fim de junho e início de julho.


Mesmo com as novidades aparecendo ainda não há planos ou informações concretas sobre a possível produção dos modelos mais “característicos” da marca. Porém, meio que entrando nesse ponto a companhia afirma que os carros que serão fabricados por aqui não contarão com nenhuma diferença em relação aos modelos que são produzidos na Inglaterra.

Nesse meio envolvendo o processo de montagem e a nacionalização alguns pontos são interessantes de serem destacados. Um deles é a fabricação dos bancos que ficarão a cargo de fornecedores nacionais que são parceiros da marca. O mesmo é válido para os vidros e o sistema de escapamento. Não haverá uma redução de preço dos modelos.

Por fim, os motores serão importados da Inglaterra e não existe uma previsão certeira se eles serão nacionalizados algum dia.

A marca considera a abertura de sua unidade no Brasil como o mais novo marco na sua “corrida” para a expansão em nível global.

Por Denisson Soares

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