Som Automotivo – Como Funciona e História




Não é de hoje que as pessoas costumam instalar equipamentos de som em seus automóveis, seja para entretenimento, hobby ou mesmo trabalho. O som automotivo se tornou até mesmo competição e por isso cada vez mais produtos são lançados para melhorar a performance dos aparelhos. De fábrica, muitos carros apresentam um aparelho básico, composto geralmente de CD player (unidade principal) e alto-falantes, mas eles são perfeitamente substituíveis ou melhorados, de acordo com os aparelhos adicionais.

Um projeto de som básico é equipado com unidade principal e dois ou quatro alto-falantes, que atendem a demanda da maioria das pessoas. Contudo, muita gente troca a unidade principal e os alto-falantes, aumentando a qualidade do som ou a potência gerada.


Os primeiros carros equipados com som surgiram em 1930, quando a Galvin Manufacturing Company lançou o Motorola 5T71, um rádio que poderia ser acoplado nos automóveis da época. Era apenas um rádio com frequência AM, com a intenção de tornar as viagens solitárias menos entediantes, que logo se popularizou. Na década de 50 já existiam modelos de som com rádio FM e possibilidade de usar mídia externa, como o vinil, que logo entrou em desuso. Somente na década de 60 foi possível usar fitas magnéticas. As fitas cassetes, já populares na época, só começaram a ser usadas em 65 e até hoje são vistas em alguns modelos mais antigos.

O som automotivo é composto de unidade principal, responsáveis por alimentar os alto-falantes divididos em tweeters, drivers, mid-ranges, subwoofers e woofers. Cada um reproduz uma faixa de som, sendo os tweeters responsáveis por reproduzir frequências de som mais altas. Os woofers reproduzem as frequências mais baixas e os mid-ranges as frequências médias. Os drivers e subwoofers tornam o som mais “limpo” e tem uma função muito importante.

Por fim, os amplificadores “traduzem” o sinal da unidade principal e alimentam os alto-falantes. Eles podem ser RCA ou booster, gerando potências de 20 a 75.000 watts RMS.


Por Robson Quirino de Moraes

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