Renault x Mercedes-Benz – Empresas Adotam Táticas Diferentes para Conquistar o Consumidor



O mínimo e máximo são indispensáveis para a sobrevivência humana. Ambos são usados como atribuição de valores no mundo real. Mas se alterarmos estas sentenças com as locuções do tipo “o mínimo necessário” e “o máximo possível”, talvez embaralharíamos o significado e assim mudaríamos os percursos do óbvio pelo terreno das próprias escolhas, digamos assim, filosoficamente.

As indústrias automotivas tiram o máximo possível do mínimo necessário, é o que faz a Renault, por exemplo. A fabricante equipa seu Clio Sul-Americano com freios comuns e cintos de segurança super resistentes para proteger seus clientes.



No ano que vem, o modelo Clio nacional passará a possuir airbags frontais e freios com ABS, mas só porque serão componentes obrigatórios.

Neste ano de 2013, que ainda não acabou, a fabricante Renault tem por preferência em aguentar firme até o argumento imposto pelos testes do Latin NCAP, nos quais concluem que o compacto tirou um redondo zero de nota em relação à proteção de adultos nos bancos dianteiros. “O Clio é um carro que tem o mínimo necessário”, poderia ressaltar a montadora. E claro, estaria certíssima.



O fato é que o máximo possível disso tudo é mais útil à sociedade, pois parece que quando não dá as mãos ao mínimo necessário, as coisas acontecem. A Mercedes-Benz, por exemplo, já ofereceu um modelo disso ao lançar a nova geração do Sedã Classe S. O modelo da Mercedes-Benz traz consigo não apenas o que diz parecer o máximo possível em termos de tecnologia, mas também supera o senso comum, trazendo à luz da existência, um superado máximo necessário: o modelo pode dirigir a si mesmo. Mas infelizmente, nem as ruas e nem o governo estão preparados o suficiente para recebê-lo. 

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Para adquirir mais informações, acesse o site www.renault.com.br ou www.mercedes-benz.com.br.

Por Daniela Almeida da Silva

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