Crise dos Combustíveis em São Paulo e a Necessidade do Carro



Nesta quinta-feira (dia 8 de fevereiro) foi encerrada a paralisação dos caminhoneiros em São Paulo.

A paralisação foi uma forma de protesto à decisão da proibição da circulação de caminhões na marginal Tietê, que seria fiscalizada pela CET (Companhia de Engenharia de Tráfego).



No entanto, o que mais chamou a atenção durante este período foi a crise dos combustíveis, que gerou o desabastecimento dos postos.

Esta crise, consequentemente, despertou a discussão da dependência dos carros próprios e de como lidar sem eles. O consumidor só deve adquirir seu veículo, após pensar nos imprevistos e no custo que terá com a manutenção, para não correr o risco do descontrole financeiro.



Gastos com combustíveis, seguro, IPVA, DPVAT, manutenção, estacionamentos, lavagens e eventuais multas, seriam totalmente desnecessários se utilizado o transporte público. Outra alternativa para diminuir os custos é o revezamento de caronas.

Portanto, pode-se observar que a crise dos combustíveis serviu para alertar a respeito não só da necessidade de locomoção, como também mostrar que ter um veículo próprio nem sempre é a melhor solução, visto que o correto seria acostumar-se com o uso esporádico de outros meios de locomoção, tornando-se mais independente financeiramente e no trânsito.

Se todos agissem dessa forma, a economia do combustível estaria garantida por haver menor quantidade de veículos nas ruas, sem o risco de transformar a cidade em um caos descontrolado mais uma vez.

Por Anne A. Matioli Dias

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