Carros Hatch com Maior e Menor Desvalorização em 2016

Saiba o quanto os carros hatches desvalorizaram no Brasil em 2016.

Não é novidade para ninguém que quando se compra um carro, independente do modelo, a desvalorização é o maior problema na hora da revenda. Às vezes, o prejuízo é tão grande que nem compensa vender o veículo para comprar outro, pois dependendo do modelo ou ano de fabricação do carro, a desvalorização pode ser absurda.

Segundo uma recente pesquisa divulgada pela agência Autoinforme, os carros hatches, depois de um ano de uso, também tiveram uma grande desvalorização no mercado no ano passado. A pesquisa foi bastante abrangente e avaliou 130 modelos e versões de carros hatches zero quilômetro e o mesmo carro depois de 12 meses de uso, revelando um resultado surpreendentes ao leitores.

Geralmente as pessoas acham que os carros ditos como populares, não sofrem uma grande desvalorização e acabam se enganando com isso, pois alguns modelos, mesmo sendo hatches, populares e comuns nas ruas brasileiras, sofrem enorme desvalorização, dependendo da versão e modelo, obviamente.

Segundo a Autoinforme, o carro vencedor com a menor desvalorização em 2016 foi o Honda HR-V, com desvalorização de 4,5% após um ano de uso, apesar do modelo não ser considerado um hatch e muito menos popular.





Entre os modelos hatches, o vencedor da pesquisa foi o Chevrolet Onix, com uma desvalorização de apenas 8,3% depois de 12 meses de uso. O VW Up ficou com a medalha de prata com desvalorização de 9,4%. Com o bronze ficou o Ford Ka com 9,9%, depois o VW Fox com 10,3%, seguido pelo Honda Fit com 10,5%. O sexto lugar ficou com os carros Toyota Etios e Fiat Palio com 10,6%, seguidos pelo Fiat Punto com 10,9%, depois o Nissan March com 11,0%, seguido pelo Hyundai HB20 com 11,3%, depois VW Gol com 11,6%, Ford Fiesta com 11,8%, Kia Picanto e Ford Fiesta com 11,9%, Fiat Palio Fire com 12,1%, VW Golf com 13,2%, Fiat 500 com 13,4%, Renault Clio com 13,5% e Fiat Idea com 13,8%.

Entre os automóveis de outras montadoras a desvalorização ainda foi maior, pois a maioria dos modelos é importado, que já tem uma considerável desvalorização no mercado brasileiro.

Rodrigo Souza de Jesus



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